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Clarinetista de São Paulo é vencedor do Prêmio Nabor 2014

  • Publicação: 29/04/2014 16:16h
  • Redator(es): Gil Nunes
  • Release N.º: 548

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Foto: Antonio da Cunha Penna

A Fundação Pró-Memória promoveu na última sexta-feira (25) a final do 13º Prêmio Nabor Pires Camargo – Instrumentista. O vencedor foi o clarinetista, Jussan Cluxnei Canguçu, de São Paulo. O Prêmio contou com 41 inscritos de sete Estados: Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Santa Catarina. As audições públicas ocorreram nos dias 24 e 25 de abril, a partir das 19h, no Ciaei. No primeiro dia foram classificados cinco concorrentes e na segunda noite houve a definição do vencedor.

CLASSIFICAÇÃO

Posição Nome Instrumento Cidade

1º JUSSAN CLUXNEI CANGUÇU CLARINETA São Paulo SP

2º JOABE DE FREITAS REIS TROMBONE São Paulo SP

3º ANDRÉ RIBEIRO DA SILVA BANDOLIM Campinas SP

4º WARLEY HENRIQUE DAMALSIO CAVAQUINHO Belo Horizonte MG

5º JOÃO CAMARERO DUARTE VIOLÃO Rio de Janeiro RJ

PRÊMIO NABOR PIRES DE CAMARGO

Voltado à música popular brasileira, o prêmio visa divulgar as obras do clarinetista e compositor indaiatubano Nabor Pires Camargo, além de estimular e revelar o talento de novos criadores e intérpretes. Trata-se de um dos poucos concursos de música instrumental realizados no Brasil, sendo nacionalmente conhecido.

O prêmio para o melhor músico será de R$ 8 mil; o segundo colocado receberá R$ 6 mil; o terceiro R$ 5 mil, o quarto colocado receberá R$ 4 mil, o quinto R$ 2 mil e do 6º ao 10º colocado um cachê de participação de R$ 500 reais.

COMISSÃO JULGADORA PARA A 13ª EDIÇÃO DO PRÊMIO

EDUARDO SANTHANA: paulistano, formado em Bacharelado em Violão Erudito e Educação Artística com Habilitação em Música, Cantor e Compositor com músicas gravadas por Jane Duboc, Alaide Costa, Lucila Novaes, Bruna Caram entre outras. Vencedor dos principais Festivais Nacionais de M.P.B: Tatuí (SP ) , Santa Rosa (RS) , Boa Esperança (MG), Cascavel (PR) ,Ilha Solteira (SP ),Encantado (SP),Fecani ( AM ), Ourém (PA) entre outros . Já participou como jurado nos festivais de Avaré , Santa Rosa, Ilha Solteira , Encantado , Fun Music entre outros .Eduardo tem 14 cds gravados na carreira e 2 dvds e também faz parte do Grupo Trovadores Urbanos desde 1990 sempre muito requisitado em shows e serenatas por todo Brasil ( principais capitais) e Exterior ( França , Portugal, Espanha , Emirados Arabes, Argentina).

SÉRGIO K AUGUSTO: Paulista da capital, Sérgio é cantor, compositor e produtor multimídia atuando a mais de 30 anos no mercado musical, em especial na área de festivais de musica. Suas canções receberam centenas de premiações em festivais no Brasil e exterior tornando Sérgio um dos maiores vencedores de festivais de todos os tempos. Em 1999 criou o site www.festivaisdobrasil.com.br que reúne informações sobre centenas de festivais que acontecem no país, sendo hoje a maior referência nacional no assunto. Já foi jurado dos mais importantes festivais brasileiros e em 2013 convidado pela Liga das escolas de Samba de São Paulo e pela Rede Globo para julgar o quesito “Samba enredo” do Grupo Especial do carnaval Paulistano.

MARCO ANTONIO BERNARDO: é músico eclético, respeitado e reconhecido por seu livre e fluente trânsito pelos mais variados meios de expressão musicais, tanto na música erudita como na popular graças à sua atuação como pianista solista cuja extensa discografia destaca o álbum duplo Radamés Gnattali: Integral dos Choros Para Piano Solo, de 2011, pela CPC-Umes; pianista arranjador e acompanhador de destacados cantores do cenário lírico e popular nacional e internacional em recitais, shows e gravações; e pesquisador da música popular brasileira premiado pela Fundação Vitae em 1993, com obras editadas pela Irmãos Vitale (o álbum de partituras Homenagem a Canhotinho (2000) e os livros Nabor Pires Camargo, Uma Biografia Musical (2002) e Waldir Azevedo, Um Cavaquinho na História (2004).

MÁRIO ALBANESE: músico por definição e berço, advogado, professor, jornalista, comunicador de rádio e televisão, compositor, nasceu em São Paulo. Titular catedrático da Academia Internacional de música. Membro da Ordem Internacional de Jornalistas, da associação Brasileira de Folclore, da Ordem Nacional dos Escritores, da Academia Metropolitana de Letras Artes e Ciências e do Instituto Histórico e geográfico de São Paulo. Em 1965 lançou com Ciro Pereira o Jequibau que, inserido em métodos de ensino e vencedor de concursos internacionais, foi festejado pela critica nacional e internacional. O Jequibau, com seus cinco tempos nativos e originais, já percorreu os quatro cantos do mundo na interpretação de renomados artistas brasileiros e internacionais.

FRANCISCO ARAÚJO: Seu pai que foi seu primeiro professor, apesar de possuir um invejável domínio técnico do violão não tinha conhecimento de teoria musical e quando percebeu a manifestação espontânea do talento musical do filho decidiu procurar o professor e violonista José Alves da Silva, conhecido nos meios artísticos e musicais com o pseudônimo artístico de Aimoré. Foi com este mestre do violão brasileiro que Francisco Araújo aprimorou os seus estudos técnicos pertinentes ao violão e estudou teoria musical. Mantendo uma seqüência de estudos durante um período de quatro anos sobre a primorosa orientação do mestre Aimoré, Francisco Araújo matriculou-se no Conservatório Musical de São Caetano do Sul, graduando-se como professor de violão. Logo após estudou harmonia tradicional com Osvaldo Lacerda e em seguida harmonia funcional com Marilena de Oliveira, J. Zula de Oliveira. Dando seqüência a sua formação musical estudou composição com Guido Santórsóla e J.J.koelheuter. Participou dos festivais de inverno de Campos do Jordão. Realizou suas primeiras turnês contratado pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e do projeto Barca da Cultura, patrocinado pelo MEC. Paralelamente exerceu atividade didática ministrando aulas no Conservatório Carlos de Campos em Tatuí. Francisco Araújo possui três CD’s gravados e como compositor tem mais de 400 obras escrita para violão. Algumas composições suas para violão, fizeram parte de vinhetas e trilha sonora para o programa globo rural, apresentado pela Rede Globo de televisão. No ano de 2010 a Unicamp(Universidade de Campinas), realizou e aprovou uma dissertação de mestrado dando um destaque especial para sua obra.


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