Economia

Indústria

A partir de 1920 começaram a se instalar no município as primeiras unidades industriais.

Entre as décadas de 1930 e 1945 instalaram-se diversas indústrias de transformação de madeira, teve destaque especial a indústria de cabos de guarda-chuva, cuja produção era vendida para todo o país. Após 1945, instalaram-se e tiveram expansão no município as indústrias têxteis.

Na década de 1960, o município recebeu grandes indústrias mecânicas e metalúrgicas. Em 1980, estavam instaladas 422 indústrias no município.

Como muitas outras cidades da região, antes da década de 70, Indaiatuba era uma cidade de predominância rural e provavelmente não imaginava o papel que iria representar no contexto econômico nacional. Mas a cidade pegou o bondo do progresso, e hoje a realidade é bastante diferente daquela que se apresentava há 25 anos atrás.

O grande salto em busca do desenvolvimento de Indaiatuba foi dado com a criação do Distrito Industrial em agosto de 1973, no governo do prefeito Romeu Zerbini, que criou no ano seguinte uma lei de incentivos às indústrias que se instalassem no Município. Em 1970 havia 37 indústrias em atividade na cidade e esse número subiu para 75 em 1975.

As condições para o progresso da cidade seriam favorecidas pelo seu potencial energético; sua localização em relação aos grandes centros industriais e comerciais; as opções de vias de acesso a outras cidades, o que facilitava o escoamento de sua produção e suas relações comerciais. Na década de 70, a cidade começou a receber grande número de migrantes e a demarcação da área do Distrito Industrial teve que sofrer algumas mudanças, para ceder espaço à ampliação residencial que foi se processando com esse fluxo migratório. Os conjuntos habitacionais do Bairro Cecap, por exemplo, surgiram dessas mudanças.

Em 1974 foi fundada a Associação das Indústrias do Município de Indaiatuba (Aimi) e, nesse período, alguns empresários começaram a reinvidicar a criação de uma unidade do Serviço Nacional da Indústria (Senai) na cidade, pois a maior parte da formação profissional dos moradores de Indaiatuba era feita no Senai de Itu.

Essa deficiência começou a ser sanada com a criação da Fundação Indaiatubana de Educação e Cuiltura (Fiec), em 1985 e a introdução do primeiro curso técnico de mecânica em 1986.

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