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Léia Muneratti é eleita pelos colegas da Fiec com o título de funcionária padrão 2017

  • Publicação: 13/12/2017 08:00h
  • Redator(es): Pérola Werdesheim
  • Release N.º: 1116

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Foto: Juliana Wolf / Fiec

A Prefeitura de Indaiatuba por meio da FIEC (Fundação Indaiatubana de Educação e Cultura) realizou no sábado (09), em Sessão Solene para a entrega da Medalha João Tibiriçá Piratininga e a premiação para os funcionários padrão da administração municipal, autarquias e fundações, no Ciaei (Centro Integrado de Apoio à Educação de Indaiatuba). A cerimônia ficou marcada pelo fato de duas pessoas receberem a medalha que foi para a presidente do Fundo Social de Solidariedade (Funssol), Enides Nogueira Lopes Cruz, e a educadora Leonor Amstalden.

A Funcionária Padrão de 2017, eleita pelos funcionários da FIEC, foi Dulciléia Teixeira de Carvalho Muneratti, chamada por todos de LÉIA.

“Agradeço aos meus colegas que me elegeram, a minha família, amigos, e ao superintendente João Neto. Estou muito feliz por receber essa premiação. Sinto muito orgulho de trabalhar nesta instituição, pois os resultados valem muito a pena. Mas, para tudo isso dar certo precisamos de um líder e nós, funcionários da Fiec, temos. Ele está sempre correndo atrás de novos projetos e o nosso dia nunca é igual ao outro. Obrigada por tudo João Neto! ”, encerrou Léia.

Dulciléia Teixeira de Carvalho Muneratti – LÉIA

Nasceu em Lutécia SP, em 14 de agosto de 1958. Aos 17 anos, quando o pai faleceu, a família se mudou para São Paulo. Ela rapidamente conseguiu emprego no Banco Nacional, onde chegou ao cargo de Tesoureira.

Em 1980 casou-se com Ricardo Muneratti. Logo em seguida, deu à luz a filha Tatiane e pediu demissão do Banco para se dedicar integralmente à educação da filha e ao cuidado com a família.

Conheceram Indaiatuba através de amigos e, em 1991, toda a sua família resolveu

vir morar em Indaiatuba. Em questão de dias já estavam completamente apaixonados pela cidade.

Há 14 anos, no exato de hoje (09/12), sofreu o pior “baque” de sua vida: O marido faleceu de infarto fulminante, no auge dos seus 42 anos, deixando ela e a filha simplesmente sem chão, pois dependiam dele para tudo. As duas tiveram que enfrentar a realidade, que até então viviam fora dela.

Com a Tatiane recém-formada pela PUC, começaram a estudar para prestar Concurso Público, com determinação e muita garra, ambas foram aprovadas, uma na Câmara Municipal e a outra FIEC.

O trabalho só lhe fez bem. Pois logo contagiou a todos com sua alegria e bom humor e fez grandes amigos. Sempre muito trabalhadora e justa, foi conquistando seu espaço na Instituição. Hoje é chefe da inspetoria, não tem medo de se expor, mas separa muito bem o lado profissional do pessoal. Fala o que precisa ser falado, faz o que precisa ser feito sem deixar mágoas.

Aos 59 anos se sente uma pessoa muito feliz com o trabalho e principalmente com a sua família. Agradece a filha por dois presentes: o genro, Cesar, muito querido e a sua ‘Vidinha’, forma carinhosa como trata a neta Nina.


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