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Faculdade de medicina estará na pauta da reunião extraordinária do CMS

  • Publicação: 27/03/2014 15:19h
  • Redator(es): Deuzeni Ceppolini
  • Release N.º: 389

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Foto: Arquivo - Deuzeni Ceppolini - SCS/PMI

O Conselho Municipal de Saúde realizará dia 31 de março, das 8h30 às 12h, na no Auditório José Soliani, Câmara Municipal de Indaiatuba a segunda reunião extraordinária de 2014. Em pauta estarão dois assuntos: apresentação e deliberação da implantação da Faculdade de Medicina em Indaiatuba, com apresentação e esclarecimentos com a médica Maria Lucia Feitosa de Lima. Também em pauta a devolutiva da 4ª Conferência Macrorregional da Saúde do Trabalhador e Trabalhadora, com o presidente do CMS, Luiz Carlos Medeiros de Paula.

A Câmara está localizada na Rua Humaitá, 1.167, Centro. As reuniões do CMS são abertas.

Qualquer cidadão que deseja ver apreciado qualquer assunto de competência do Conselho Municipal de Saúde deverá encaminhá-lo a qualquer dos conselheiros, por escrito, apontando o nome e telefone para contato. Nesse caso, a apreciação dar-se á na sessão plenária subseqüente, ordinária ou extraordinária, conforme parecer da Comissão Executiva.

O Conselho Municipal de Saúde tem por finalidade atuar na formulação e no controle da execução da política municipal de saúde, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, nas estratégias e na promoção do processo de controle social da saúde nos setores públicos e privados. A função de conselheiro municipal de saúde não é remunerada, sendo considerada de relevante interesse público.

FACULDADE DE MEDICINA

Indaiatuba foi pre-selecionada em dezembro de 2013 pelo Ministério da Educação (MEC), outras 42 cidades foram pré-selecionadas para receber cursos de medicina, iniciativa que também faz parte do Programa Mais Médicos.

Duzentos municípios se inscreveram para receber graduações de medicina em instituições de ensino superior privado nos territórios. Para serem selecionadas na primeira etapa, as cidades deveriam ter mais de 70 mil habitantes, não serem capitais e não contarem com graduação de medicina

Na segunda fase, as localidades deveriam cumprir requisitos de infraestrutura, como presença de hospital de ensino, número de leitos e programas de residência. Outra etapa, o MEC analisou o plano de melhorias dos equipamentos públicos e programas de saúde da cidade.

MAIS MÉDICOS

A seleção de municípios para a adoção de novos cursos de medicina faz parte do Mais Médicos, iniciado em julho, que tem o objetivo de levar mais profissionais de saúde às periferias das grandes cidades e ao interior do País. O governo federal prevê a criação de mais 11.447 vagas de graduação em medicina, além de 12 mil em residência médica.


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