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CMS aprova incentivo federal de qualificação da gestão hospitalar para Haoc

  • Publicação: 28/03/2014 17:46h
  • Redator(es): Deuzeni Ceppolini
  • Release N.º: 395

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Foto: Deuzeni Ceppolini - SCS/PMI

O Conselho Municipal de Saúde vinculado à Secretaria de Saúde de Indaiatuba promoveu dia 26 de março, no auditório José Soliani na Câmara Municipal, a terceira reunião ordinária de 2014. Os trabalhos foram conduzidos pelo presidente do CMS, Luiz Carlos Medeiros de Paula. Os dois primeiros assuntos da pauta foram apresentados pela médica da UAC da Secretaria de Saúde, Maria Lúcia Feitosa da de Lima, que fez todos os esclarecimentos do 5º termo Aditivo do Instituto de Reabilitação e Prevenção em Saúde Indaiá, e foi concedido o reajuste de 8,0% e incluiu no plano operativo o Programa Nacional de Segurança do Paciente.

O segundo assunto apresentado foi a Portaria Nº 142 de janeiro de 2014, para conceder o incentivo federal de IAC (Incentivo de Qualificação da Gestão Hospitalar) para o Haoc. Após a apresentação e todas as dúvidas sanadas, os conselheiros aprovaram o novo valor mensal de R$ 374.069,42, que será pago em 12 parcelas destinada ao Haoc referente ao Incentivo à Adesão à Contratualização - Incentivo da Gestão Hospitalar (IGH).

RELATÓRIO DE GESTÃO

A enfermeira e diretora técnica da Saúde Lucilene Codato Pereira e Erick Garcia apresentaram o relatório de gestão de janeiro a dezembro de 2013, abordando todos os indicadores. “Um levantamento do relatório de gestão foi sobre a estimativa do TCU de 222.042 habitantes para o ano de 2.013, percebemos que o crescimento populacional se mantem em patamar muito elevado, quando comparado com as cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC), na qual estamos inseridos, assim como também com outras regiões do Estado de São Paulo. Considerando então esta população, o crescimento vegetativo de 2012 para 2013 foi de 5,5%. Podemos concluir que este fato deve-se predominantemente a grande industrialização da região de Campinas que ocorreu nos últimos anos e à qualidade de vida do município. Diante deste perfil demográfico, podemos e devemos considerar que o planejamento em saúde deverá ser primordial, para que a cidade não sofra futuramente impactos diretos na sua estrutura organizacional, buscando investimentos nas esferas de governo estadual e federal, dando sustentabilidade para as ações pontuais no município”.

Os gestores destacaram que cada um dos indicadores financeiros demonstrados pelo relatório apresentado comprova que a cidade de Indaiatuba procura ampliar, ano após ano, sua oferta de serviços e ações em saúde, de modo equilibrado, de acordo com as necessidades prioritárias da população e com a disponibilidade financeira do município. Há um árduo trabalho de todos no sentido de otimizar os recursos existentes e não deixar a população desassistida.


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