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Usuários e motoristas de ônibus participam de vivência sobre necessidades das pessoas com deficiência no Terminal Rodoviário

  • Publicação: 07/08/2014 18:44h
  • Redator(es): Adriana Panzini
  • Release N.º: 1079

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Foto: Eliandro Figueira – SCS/PMI

O Departamento de Transporte Coletivo (DTC), vinculado à Secretaria Municipal de Administração, e o Comdefi (Conselho Municipal para Assuntos da Pessoa com Deficiência) promoveram nesta quarta (6) uma vivência especial no Terminal Rodoviário. Usuários e motoristas de ônibus tiveram a oportunidade de sentir de perto as necessidades das pessoas com deficiência que utilizam o serviço rotineiramente, participando de simulações em que precisavam se deslocar e embarcar nos veículos sem a ajuda da visão ou com movimentos restritos em uma cadeira de rodas, entre outros exemplos. O objetivo foi sensibilizar a população em geral e qualificar ainda mais os funcionários do transporte coletivo em Indaiatuba, ampliando a compreensão das dificuldades que uma pessoa com deficiência encontra em situações comuns do dia a dia.

“Garantir a inclusão social e o exercício da cidadania às pessoas com deficiência é uma das diretrizes do prefeito Reinaldo Nogueira”, explica o secretário municipal de Administração Núncio Lobo Costa. “Com iniciativas como esta esperamos expandir a informação, colaborando para combater a discriminação”, completa.

“Acreditamos que envolver os motoristas e demais profissionais da concessionária de transporte coletivo em nosso município em experiências de sensibilização é fundamental para proporcionar o melhor atendimento a este público”, aponta o diretor do DTC Silvio Roberto Lima, acrescentando ainda que a vivência encerrou o curso de capacitação que motoristas e cobradores realizaram sobre o tema em julho.

“Essa ação é importante para levar um atendimento de qualidade aos que precisam de atenção especial” concorda a presidente do Comdefi Alzira Ribeiro da Silva. “Enfrentamos dificuldades pois as principais reclamações são dos usuários sem deficiências, que não entendem e não esperam com paciência os procedimentos corretos para o embarque e desembarque. Precisamos de mais respeito com as pessoas com necessidades especiais, só assim poderão exercer verdadeiramente sua cidadania”, diz.


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