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Índice Paulista de Responsabilidade Social é destaque da reunião na RMC de julho

  • Publicação: 22/07/2015 15:55h
  • Redator(es): Sirlene Virgílio Bueno
  • Release N.º: 914

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Foto: Divulgação

Os municípios da RMC (Região Metropolitana de Campinas) mais uma vez apresentaram bom desempenho no Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS). Mais de 70% dos municípios da RMC apresenta bons índices socioeconômicos. O estudo, que é elaborado pela Fundação Seade (Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados), foi apresentado durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento da RMC, realizada terça-feira (21), em Santa Bárbara D’Oeste.

De acordo com a diretora executiva da Fundação Seade, Maria Helena Guimarães de Castro, o índice se refere ao ano de 2012 e apresenta dados baseados na riqueza municipal, longevidade e escolaridade da população dos 645 municípios do Estado.

Os municípios avaliados são divididos em cinco grupos: grupo 1 (alta riqueza e bons indicadores sociais); grupo 2 (alta riqueza e indicadores sociais insatisfatórios); grupo 3 (baixa riqueza e indicadores sociais bons); grupo 4 (baixa riqueza e longevidade ou escolaridade intermediárias) e grupo 5 (baixa riqueza e indicadores sociais insatisfatórios). Na RMC, 14 cidades integram o grupo 1, entre elas Indaiatuba, três estão no grupo 3 e os demais no grupo 2.

Comparado ao índice de 2010, Indaiatuba teve seus indicadores agregados de riqueza e escolaridade crescentes, e em termos de dimensões sociais, os escores de longevidade e escolaridade estão acima da média do Estado.

Durante a reunião em Santa Bárbara, a Mobilidade Urbana também foi discutida. O Conselho de Mobilidade Urbana aprovou o manual do Plano de Mobilidade Urbana, que receberá investimento de R$8 milhões do Fundocamp (Fundo de Desenvolvimento Metropolitano). O dinheiro deverá ser usado pelos municípios na recuperação de calçamento, incluindo adequação às normas de acessibilidade; recuperação de vias públicas e construção de ciclovias e ciclofaixas.

O rateio do repasse aos municípios foi definido por área urbana, sendo até R$ 300 mil para cidades com área urbana até 15,99 km² (Engenheiro Coelho, Holambra, Morungaba, Pedreira e Santo Antonio de Posse); até R$ 400 mil para cidades com área urbana entre 16 a 90km² (Artur Nogueira, Cosmópolis, Hortolândia, Itatiba, Jaguariúna, Monte Mor, Nova Odessa, Sumaré, Valinhos e Vinhedo) e até R$ 500 mil para cidades com área urbana acima de 90km² (Indaiatuba Americana, Campinas, Paulínia e Santa Bárbara d’Oeste).

O diretor presidente da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo), Joaquim Lopes, apresentou o andamento e cronograma das obras de infraestrutura do Corredor Noroeste Biléo Soares, que fará a interligação rodoviária de Campinas a Hortolândia, Sumaré, Nova Odessa, Monte Mor e Americana.


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