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NOTA À REDAÇÃO -- Saúde

  • Publicação: 05/06/2019 17:44h
  • Redator(es): Laís Fernandes
  • Release N.º: 400

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A Secretaria de Saúde reforça e explica que não há surto de meningite na cidade. De acordo com o Guia de Vigilância Epidemiológica do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo, um surto pode ser definido como a ocorrência de três ou mais casos confirmados ou prováveis, num período menor ou igual a três meses, que residam na mesma área geográfica e com uma taxa de ataque igual ou maior a dez casos em 100 mil indivíduos.

Desde o início do ano Indaiatuba registrou em toda a cidade, 20 casos positivos com cura de diversas idades, sendo: 15 virais; três Bacterianas não determinadas; uma Neisseria B e uma Bacteriana E.coli. Outros três casos evoluíram para óbito, sendo: um por Neisseria Y (17 anos, óbito e fevereiro), uma meningite Viral enterovirus (oito meses, óbito em março) e um caso de Streptococcus pneumoniae (1 ano e 2 meses, óbito em maio). Há um quarto óbito de uma criança de também 1 ano e 2 meses em investigação com suspeita de meningite Viral, até o momento não confirmada pelo Instituto Adolfo Lutz.

Como forma comparativa em 2017 foram 51 casos de meningite na cidade com dois óbitos e em 2018 foram confirmados 43 casos de meningite com três óbitos. O Departamento de Vigilância Epidemiológica afirma que o quantitativo de meningite em 2019 está dentro da média histórica e que entre o outono e inverno sempre há mais casos de contágio. Indaiatuba acompanha rigorosamente todos os casos suspeitos e confirmados, seguindo todos os protocolos de ações de acordo com o Ministério da Saúde. A atual ação de prevenção é a conferência das carteirinhas de vacinação e orientações sobre as imunizações, visando manter a cobertura de mais de 90% das vacinas preconizadas pelo Ministério da Saúde.

É importante salientar que somente os casos de meningite bacteriana por Neisseria (Meningococo) e por Hemophilus que são realizadas ações de bloqueio com antibiótico Rifampicina. A profilaxia é realizada em pessoas que estiveram próximas do paciente.


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