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Prefeitura produz diariamente uma tonelada de adubo de compostagem

  • Publicação: 24/09/2019 16:49h
  • Redator(es): Sirlene Virgílio Bueno
  • Release N.º: 670

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Foto: Eliando Figueira RIC/PMI

A Prefeitura de Indaiatuba produz diariamente uma tonelada de adubo resultante de compostagem. O composto orgânico é feito com material de limpeza e podas de árvores realizadas pela Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente e também com galhos recolhidos pela Operação Cata Bagulho, de podas particulares. A usina de compostagem funciona no Aterro Sanitário.

Conforme explicou o secretário de Serviços Urbanos, Leandro Dias de Souza, a compostagem é uma alternativa importante e eficaz que o município vem utilizando para minimizar a geração de resíduos sólidos. “Todo o material que nossas equipes de manutenção urbana recolhem de podas, limpezas de chácaras e varrição de ruas é transformado em adubo para utilização no paisagismo da cidade. É praticidade, economia e um cuidado com o meio ambiente”, explicou.

A matéria-prima para a compostagem, folhas e galhos, são encaminhados ao Aterro Sanitário onde são triturados e transformados em composto orgânico, sem adição de produtos químicos. O processo dura em torno de 100 dias, tempo que o material necessita para virar um adubo de qualidade.

A prática de compostagem, além de possibilitar que a poda não seja mais despejada no Aterro Sanitário, o material produzido enriquece o solo, mantém a umidade, melhora o desenvolvimento e a vitalidade das plantas, aumenta os microrganismos benéficos e de matéria orgânica no solo, acrescenta maior porosidade e melhoria da estrutura física do solo, diminuindo o risco de erosão e fornecimento de macro e micronutrientes para a planta. Aos solos arenosos, proporciona maior retenção de água e de nutrientes, enquanto nos solos argilosos, aumenta a porosidade, melhorando a sua aeração. “O que antes era um problema para o Aterro Sanitário, considerando o grande volume de materiais recolhidos, hoje rende um adubo de qualidade para nossos parques jardins”, reforçou o secretário.

Para viabilizar o projeto, a Secretaria conta com trituradores com capacidade de triturar galhos, folhas e troncos (toras) de até 10 cm de diâmetro. O trabalho de coleta é feito com a ajuda de seis caminhões e uma equipe de 18 pessoas, que retiram o “lixo verde” de podas e supressões de árvores das calçadas, além de móveis velhos, eletrodomésticos, pedaços de madeiras e objetos em desuso. O “lixo verde” correspondente a 40% do total de lixo recolhido.


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